Calculadora de queda de tensão

Calcula queda de tensão, percentual, tensão na carga e perda no condutor com comparação rápida de bitolas próximas.

Última atualização: 2026/04/21

Calculadora de queda de tensão

Calcule rapidamente a queda de tensão (V), a queda de tensão (%), a tensão na carga e a perda estimada no condutor para circuitos monofásicos, trifásicos e em corrente contínua. Informe corrente, tensão, comprimento em um sentido, material do condutor e bitola do cabo para verificar se o circuito fica perto das metas práticas de 3% e 5%.

Dados de cálculo
V
A
m

Informe a distância em um sentido, em metros. A calculadora considera automaticamente ida e volta nos circuitos monofásicos e em CC.

PF

Este é um cálculo rápido com foco na resistência. Em alimentadores longos, motores e cargas reativas, vale conferir também tabelas, impedância e o padrão do seu projeto.

Exemplos rápidos
Pontos rápidos de projeto
  • 3% costuma aparecer como meta prática para circuito terminal, enquanto 5% é usado com mais frequência como referência para o trajeto completo.
  • Informe o comprimento em um sentido. A ferramenta soma automaticamente ida e volta nos circuitos monofásicos e em CC.
  • Cobre e alumínio entregam resultados diferentes porque a resistividade de cada material não é a mesma.
  • O fator de potência só influencia os modos em AC. Em CC, a calculadora sempre assume PF = 1.
  • No Brasil é comum encontrar redes 127/220 V e 220/380 V, dependendo da concessionária. Para o dimensionamento final, confira também a NBR 5410, a temperatura, a forma de instalação e os dados do fabricante.
Confira os dados informados.

Informe valores positivos para tensão, corrente, comprimento e bitola do cabo para atualizar o resultado.

Queda de tensão estimada

Queda de tensão e tensão na carga para a configuração atual

V

Depois do cálculo, você verá aqui o percentual de queda, a tensão na carga e a bitola sugerida.

Aguardando cálculo Use as metas de 3% e 5% para avaliar se a bitola atual ainda tem folga.
Queda de tensão –%

Percentual de queda em relação à tensão nominal.

Tensão na carga — V

Tensão estimada na ponta do circuito.

Perda estimada — W

Perda térmica aproximada no condutor para o trajeto escolhido.

Bitola sugerida Meta 3%: —Meta 5%: —

Aqui aparece o resumo da resistência estimada.

Comparação de bitolas próximas

Compare a bitola escolhida com bitolas próximas em mm² sob a mesma carga. Barras menores indicam menor queda de tensão.

Tabela de comparação de bitolas

Veja no mesmo lugar a queda em volts, o percentual, a tensão na carga e a checagem 3% / 5%.
Bitola do cabo Queda de tensão Queda % Tensão na carga Status
O resultado comparativo aparecerá aqui.
Esta calculadora usa resistividade a 20°C (Cu 0.017241 Ω·mm²/m, Al 0.028264 Ω·mm²/m) e uma fórmula rápida focada na resistência. A validação final deve considerar NBR 5410, temperatura, reatância, forma de instalação e tabelas do fabricante.

O que é uma calculadora de queda de tensão?

Uma calculadora de queda de tensão estima quanto da tensão se perde quando a corrente percorre o condutor. Ao informar tipo de circuito, tensão nominal, corrente de carga, comprimento em um sentido, material do condutor e bitola do cabo, você consegue estimar a tensão na carga, a perda no condutor e ver se a bitola escolhida fica perto das metas práticas de 3% e 5%.

Isso é especialmente útil em circuitos residenciais 127 V e 220 V, alimentadores trifásicos, painéis, motores e cabos DC de baixa tensão, onde mesmo uma queda aparentemente pequena pode afetar aquecimento, desempenho, partida e estabilidade do equipamento.

Quando vale usar esta calculadora

A ferramenta foi pensada para uma checagem rápida antes de abrir tabelas de norma, planilhas ou memoriais. Ela ajuda a comparar a bitola atual com bitolas próximas em poucos segundos.

  • Circuitos monofásicos 127 V e 220 V – Veja se um percurso maior ainda fica perto de uma meta prática aceitável.
  • Alimentadores trifásicos 380 V – Faça uma revisão inicial antes do dimensionamento final de painéis, bombas, motores e quadros.
  • Cabos DC 12 V, 24 V e 48 V – Estime a perda de tensão em baterias, automação, acessórios solares e controle.
  • Comparação entre cobre e alumínio – Entenda quanto o material mexe no resultado mantendo a mesma carga.
  • Busca da bitola mínima – Descubra rapidamente qual bitola derruba o resultado abaixo de 3% ou pelo menos abaixo de 5%.

Principais recursos

A calculadora entrega mais do que um único número: ela reúne na mesma tela os dados que normalmente entram na conversa sobre bitola, desempenho e margem de projeto.

  • Modos monofásico, trifásico e CC – Alterne entre os tipos de circuito mais comuns sem sair da página.
  • Bitolas em mm² – Trabalhe com seções familiares para instalações brasileiras e materiais de catálogo.
  • Tensão na carga e perda no condutor – Veja o efeito prático da bitola escolhida, não só o percentual.
  • Metas de 3% e 5% – Descubra rapidamente qual bitola próxima atende cada meta de referência.
  • Gráfico e tabela de bitolas próximas – Compare várias alternativas lado a lado.
  • Copiar resultado – Leve a síntese para a anotação de obra, orçamento ou conversa técnica.

Como usar

Escolha o tipo de circuito, informe tensão, corrente e comprimento em um sentido e depois selecione o material e a bitola do cabo. Se estiver avaliando uma carga em AC, use um fator de potência realista para motor ou outra carga reativa.

  1. Escolha o tipo de circuito – Monofásico AC, trifásico AC ou CC.
  2. Informe tensão, corrente e comprimento em um sentido – O comprimento sempre representa o trajeto de ida.
  3. Selecione o material e a bitola do cabo – Cobre e alumínio produzem resultados diferentes.
  4. Defina o fator de potência para AC – Em motores e cargas indutivas, use um PF conservador.
  5. Leia o painel principal e a tabela comparativa – Comece pela bitola atual e depois confira as alternativas próximas.

Como a estimativa funciona

A ferramenta usa a resistividade do condutor a 20°C para estimar a resistência. Para cobre, considera 0.017241 Ω·mm²/m; para alumínio, 0.028264 Ω·mm²/m. A resistência do condutor é estimada com R = ρ × L ÷ A, em que L é o comprimento em um sentido e A é a área nominal do condutor em mm².

As fórmulas rápidas ficam assim: CC: ΔV = 2 × I × ρ × L ÷ A, monofásico AC: ΔV ≈ 2 × I × ρ × L ÷ A × PF e trifásico AC: ΔV ≈ √3 × I × ρ × L ÷ A × PF. São fórmulas ágeis de planejamento, não um modelo completo de impedância.

Na prática brasileira, muita gente usa 3% e 5% como metas de checagem preliminar, mas a validação final precisa acompanhar a NBR 5410, a tolerância do equipamento, a temperatura, o método de instalação, a reatância e as tabelas do fabricante.

Perguntas frequentes

Devo informar o comprimento em um sentido ou ida e volta?

Informe o comprimento em um sentido. A calculadora soma automaticamente ida e volta nos circuitos monofásicos AC e em CC, enquanto o modo trifásico usa o fator rápido típico para circuitos trifásicos.

Uso 127 V, 220 V ou 380 V?

Depende da rede disponível no seu ponto de instalação. No Brasil é comum encontrar redes 127/220 V e 220/380 V, variando por região e concessionária. Para circuito monofásico, normalmente você informa a tensão nominal da carga; para circuito trifásico, use a tensão trifásica correspondente do seu sistema.

Por que o modo CC ignora o fator de potência?

Fator de potência é um conceito de circuitos em corrente alternada. Em corrente contínua, a calculadora sempre usa PF = 1 porque os efeitos reativos do AC não fazem parte do modelo.

Por que o alumínio normalmente exige uma bitola maior?

O alumínio tem resistividade maior do que o cobre. Com o mesmo comprimento e a mesma seção nominal, ele tende a gerar mais queda de tensão e mais perda no condutor.

Como ler as metas de 3% e 5% na prática?

Use essas metas como referência de checagem rápida, não como aprovação automática. Em muitas discussões de projeto, 3% aparece para circuitos terminais e 5% para o percurso total, mas o fechamento precisa seguir a NBR 5410 e o padrão técnico do seu projeto.

Posso usar o resultado como dimensionamento final?

Não. A calculadora serve para planejamento e comparação rápida. O dimensionamento final precisa considerar norma, temperatura, forma de instalação, reatância, corrente de projeto e, quando necessário, análise técnica complementar.

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